




Sempre Maria
Uma História Contada em Rimas
Sempre Maria apresenta uma narrativa emocionante inspirada nas diversas existências de Maria Padilha da Calunga. Entre África, Brasil, escravidão, perdas, reencontros e espiritualidade, acompanhamos a trajetória de uma mulher que atravessa séculos aprendendo, caindo, levantando-se e transformando dor em luz. Mais do que um romance espiritual, esta é uma história sobre coragem, ancestralidade, amor, perdão e evolução da alma.
Ano de publicação: 2025 • Editora: Costeletas Felinas • Formato: 16 × 23 cm • 119 páginas
Nem toda rainha nasce em um trono. Algumas primeiro aprendem a sobreviver
Quando a dor não consegue apagar quem somos
Nem toda história começa com liberdade.
Maria perde a família, a terra onde nasceu e a infância cedo demais. Arrancada de sua realidade, aprende que a dignidade pode sobreviver até nos momentos mais difíceis. Entre perdas, violência e esperança, nasce uma mulher cuja força atravessaria séculos.
Uma mulher antes da lenda.
Muito antes de ser conhecida como Maria Padilha, existiu uma mulher que amou, sofreu, caiu e recomeçou inúmeras vezes. Cada capítulo revela uma nova existência, mostrando que a evolução espiritual é construída por escolhas, coragem e perseverança.
Muito além da religião
Sempre Maria não é apenas um romance espiritual. É uma viagem pela ancestralidade, pela escravidão, pela resistência e pela busca constante da luz, mostrando que nenhuma existência acontece por acaso.
Ao acompanhar diferentes reencarnações de Maria, o leitor encontra reflexões sobre fé, preconceito, amor, perdão e transformação, percebendo que cada vida deixa marcas capazes de moldar a próxima.
Uma obra que faz bem e o bem.
Toda a renda obtida com a venda de Sempre Maria é destinada ao CEENT – Centro de Evolução Espiritual Nova Terra, instituição dedicada ao estudo, ao acolhimento e à prática da espiritualidade.
Se desejar conhecer esse trabalho, acompanhe o CEENT pelo Instagram @ceent_ofc ou visite nossa sede em:
Rua Silvio Pinto Soares, 917 – Balneário Samburá – Peruíbe/SP.
A alma muda de nome, de tempo e de corpo. mas nunca deixa de buscar a própria luz



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